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sábado, 13 de agosto de 2011

A Árvore das Almas

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Essa é uma Lenda Urbana muito antiga, perdida no tempo que uma senhora me contou quando eu era pequeno, espero que gostem. Por volta de 1845 em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, havia essa Lenda Urbana sobre a árvore das almas. Tal árvore ficava em um bosque atrás da cidade, ela era enorme e oca. Tinha uma passagem imensa onde as pessoas podiam entrar dentro. Nessa época acreditava-se que a árvore era abrigo para centenas de almas de mulheres as quais a origem é desconhecida. Acreditava-se também que elas eram as guardiãs da cidade, mantinham os maus espíritos longe e ajudavam a cidade a prosperar. Uma vez por ano, na sexta-feira santa a meia noite, elas saiam da árvore para uma procissão pela cidade. Caminhavam por todas as ruas da cidade, cada uma com sua vela na mão dando sua benção. Os moradores por sua vez, em respeito às mulheres deveriam ficar dentro de casa, com as janelas e cortinas fechadas até que a procissão terminasse. Em uma dessas procissões, uma garota da cidade resolveu olhar pela janela. Ela ficou maravilhada, centenas de mulheres vestidas de branco, com uma vela grande na mão, recitando algo que não se podia ouvir. Ela notou que as mulheres não eram seres comuns, pois seus corpos eram meio transparentes e luminosos.

Maravilhada com o que vira, ela abriu sua janela, saltou e foi seguindo as mulheres. Quando a procissão terminou as mulheres voltaram para o bosque. A garota hesitou um pouco em segui-las, mas pensou, se já foi tão longe era melhor ir até a árvore. De longe e atrás de alguns arbustos ela avistou a árvore e as mulheres foram entrando dentro e desaparecendo. A última mulher da fila parou antes de entrar, virou-se para a garota e olhou-a nos olhos e começou a andar em sua direção. A garota por alguma razão não sentiu medo e esperou o fantasma se aproximar. A mulher lhe estendeu a vela. “Um presente por sua coragem.” – disse a fantasma sorrindo. “Obrigado.” – respondeu a garota sem reação. A mulher voltou para a árvore, antes de entrar olhou a garota novamente e desapareceu. Quando a garota olhou de novo para a vela, esta tinha se transformado em um fêmur. Assustada ela correu para casa e contou a seus pais o que havia ocorrido. Os pais muito preocupados a mandaram de volta ao bosque e disseram que ela deveria enterrar o fêmur de baixo da árvore, pois eles não queriam um osso humano em casa. A menina foi vista pela última vez entrando no bosque. Suas pegadas podiam ser vistas até a árvore, mas ali ela não estava. Diz à lenda que a garota pode ser vista durante a procissão, ela vai levando sua vela, no último lugar da fila das mulheres fantasmas.

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A Ferrovia Fantasma

http://www.anpf.com.br/histnostrilhos/imagenshnt/16inhobenicioguima.jpg


Quatro amigos Pedro, Ana, Tati e Lucas viajaram para uma casa de campo, e esses amigos resolveram parar para comer alguma coisa. Chegando lá, Lucas olhou no mapa uma rota pela estrada principal e outra por dentro pela estação de trem abandonada, e falou aos amigos. Pedro disse que queria ir pela rota da estação de trem, só que os outros ficaram receosos.

No meio dessa conversa apareceu um senhor, disse que era caminhoneiro e há muito tempo fazia as mesmas rotas para aquela cidade e que nunca se arriscou a ir pela estação abandonada. O caminhoneiro falou para eles não pegar a rota para a estação. Pedro que se diz o mais corajoso da turma, perguntou a o caminhoneiro porque não poderiam pegar aquela rota, e o caminhoneiro decidiu contar-lhes a lenda daquela estação de trem.

"Há mais de quarenta anos atrás, havia tido um acidente naquela estação: um ônibus escolar q acabara de sair da escola com todas as crianças resolveu pegar a rota da tal linha de trem, quando cruzaram a linha do trem o motor do ônibus parou e ficou bem em cima da linha do trem. Mesmo não sendo hora, o trem estava vindo em direção ao ônibus e acertou em cheio. Dizem que só se ouvia uma risada maléfica do maquinista e o barulho do trem e as crianças morreram. Por isso ninguém se arrisca a passar pela linha do trem, que esta abandonada ate hoje".

Pedro riu do caminhoneiro e disse que aquilo não passava de uma lenda. Os amigos foram embora com medo da historia do caminhoneiro.

Pedro sem a permissão dos amigos pegou a rota pela linha do trem e parou o carro. Os amigos perguntaram a ele porque ele parou o carro naquele lugar sinistro, e ele disse que ia descer para dar uma olhadinha.

Os amigos mesmo com medo desceram e entraram na estação e começaram a ouvir vozes e ver sombras começaram a correr desesperados à procurar Pedro para irem embora. No meio do caminho Tati, Lucas e Ana viram a figura sinistra do maquinista do trem que fechou o portão para q eles não pudessem sair. Sem saber como, o portão se abriu e eles saíram correndo.

Ao entrarem no carro que estava sobre a linha do trem o motor parou! Do nada viram o tremvindo em sua direção. De repente o carro começou a se mover e o motor pegou como se tivesse alguém empurrando. Imediatamente foram embora daquele lugar e percorreram todo o caminho ate a casa de campo sem dar uma palavra sobre o acontecido.

Pela manha quando chegaram à casa de campo desceram do carro e viram varias marcas de mão na parte traseira do carro. Pegaram a câmera para ver se tinha algum registro do que aconteceu naquela noite e não viram nada apenas uma mensagem deixada pelo maquinista dizendo: ''Dessa vez eu não consegui, mas na volta eu pego vocês, ha ha ha ha''.

Até hoje a alma daquelas crianças estão ali para proteger os viajantes. Mas uma dúvida ainda esta com aqueles amigos, quem seria aquele caminhoneiro que os ajudou? Seria o maquinista do trem ou um anjo enviado por Deus?

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sábado, 25 de junho de 2011

Casarão Fantasma

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Em Rio Claro, interior de São Paulo, existe uma lenda sobre um casarão fantasma que aparece somente nas madrugadas no horto da cidade. O curioso é que só as pessoas que se perdem no horto o conseguem encontrar.

Uma jovem chamada Ana se perdeu uma vez no horto separando-se de seus amigos que aproveitaram o final de semana para fazer um piquinique lá. Ela passou a noite perdida na floresta densa enquanto os bombeiros e policiais estavam a sua procura. Ela caminhou a tarde inteira pela floresta e ao escurecer avistou uma luz de longe, aparentemente parecia ser uma luz de lamparina, seguiu essa luz e chegou em um enorme casarão do século XIX que era iliminado pelas lamparinas externas. Notou que havia movimento dentro desse casarão pois conseguia ver luzes dentro dele.

Com medo e pânico pensou em bater na porta desse casarão, mas ficou receosa pois nunca havia ouvido falar sobre um casarão habitado no meio da floresta densa.

Então se abrigou nas árvores ao arredor do casarão e esperou até o amanhecer para ver melhor o que havia lá dentro. Como todo ser humano ela acabou caindo num sono de tanto cansaço e quando acordou de manhã notou que o casarão havia desaparecido e ela estava próximo a uma trilha que conhecera. Andou por essa trilha e encontrou uma equipe de resgate que estava a sua procura. Levaram-na para o hospital e fizeram exames. Ela relatou o que vira, mas os guardas disseram-na que não tinham nenhum conhecimento de um casarão no meio da floresta densa.

Quando voltou para casa pesquisou na internet sobre o tal casarão e não encontrou nada, mas um vizinho de idade avançada ficou sabendo de sua historia e contou a ela que também já ouvira sobre relatos de um casarão no meio da floresta, mas ninguém nunca o encontrou de fato.

Em Rio Claro alguns dizem que esse casarão é uma ilusão causada pelo medo e pânico das pessoas que se perdem na floresta, outras dizem que é um casarão fantasma que ajuda as pessoas perdidas, dando abrigo a elas!

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