O antropólogo diz que se as pessoas descobrissem como é mais fácil localizar suas necessidades com o atalho dos navegadores, a grande maioria diria que desperdiçou boa parte de suas vidas. Ele afirma isso com base no tempo gasto para a localização de informações com e sem a utilização do atalho.
A nova rede social do Google atraiu 25 milhões de usuários, se transformando no site mais rápido a conseguir tamanha audiência, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela comScore.
O Google+, lançado no fim de junho, tinha 25 milhões de visitantes únicos até 24 de julho e crescia a uma taxa de aproximadamente um milhão de visitantes por dia, disse a comScore em uma apresentação.
Em contraste, o Facebook levou cerca de três anos para atrair 25 milhões de visitantes, enquanto o Twitter precisou de apenas pouco mais de 30 meses, de acordo com a comScore.
Embora os dados mostrem que a última tentativa do Google de entrar para a rede social tenha começado com força, isso não significa que o projeto é um sucesso a longo prazo.
O MySpace chegou a 25 milhões de usuários em menos de dois anos --mais rápido que o Facebook ou Twitter. Porém, perdeu muitos internautas no último ano, apontou a comScore.
Segundo os dados, 6 milhões de visitantes do Google+ vivem no Estados Unidos e mais de 3,6 milhões na Índia. Canadá e Grã-Bretanha aparecem com 1 milhão cada, enquanto Alemanha tem 920 mil e o Brasil, pouco mais de 780 mil. França e Taiwan têm cerca de 500 mil visitantes cada.
O CEO do Twitter, Dick Costolo, já pensa em alternativas para monetizar o microblog e uma das opções é oferecer games aos usuários.
O Twitter pretende desembolsar algum capital sobre as mais de 200 milhões de contas existentes no microblog. Atualmente a empresa conta apenas com alguns ganhos em publicidade paga, promoções ou tweets patrocinados.
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Mas o Twitter quer ir além dos ganhos obtidos com publicidade e, segundo o jornal New York Post, o microblog estaria cogitando integrar games e aplicativos dentro do serviço para monetizá-lo.
O sucesso do Facebook com a plataforma de games é o que inspira o Twitter a oferecer programas de terceiros no microblog.
Porém, para isso o serviço terá de modificar suas regras impostas para colaboradores na criação de aplicativos, além das políticas de privacidade impostas aos programas.
Em um esforço para aumentar a integração entre seus serviços, em breve a Google deve abandonar de vez as marcas Blogger e Picasa. Os serviços continuarão existindo da mesma forma que hoje, porém serão renomeados como Google Blogs e Google Photos, respectivamente.
Outros serviços da empresa devem ser afetados pela decisão, porém nomes poderosos como o YouTube não devem sofrer qualquer mudança. A mudança de nomes não é um evento sem precedentes: em 2006, a Google adquiriu o JotSpot, que foi renomeado como Google Sites, enquanto o serviço GrandCentral, adquirido em 2007, atualmente é conhecido como Google Voice.
A transição do Picasa e do Blogger deve acontecer de forma gradual, com prazo máximo que varia entre 30 a 45 dias. O anúncio dos novos nomes provavelmente irá coincidir com o lançamento público da rede social Google +. Rumores indicam que isso deve acontecer até o dia 31 de julho, data em que a gigante de buscas promete eliminar todos os perfis particulares da rede social.
Marcas unificadas
A unificação de nomes dos serviços será o maior esforço já feito pela empresa nesse sentido, já que geralmente a Google somente muda o nome de produtos menos conhecidos – atualmente, o Blogger figura entre os 10 sites mais acessados do mundo. Em março, a companhia anunciou que o serviço passaria por uma grande reformulação, algo que aparentemente inclui uma mudança na marca utilizada.
Atualmente, o Google+ utiliza um sistema de gerenciamento de fotos bastante semelhante ao Picasa, embora em nenhum momento a marca apareça na rede social. Com a mudança dos nomes e a promessa da Google de uma integração cada vez maior entre seus produtos, os novos nomes fariam total sentido nesse novo contexto.
A Google anunciou na última terça-feira (5 de julho) que, até o dia 31 de julho, todos os perfis do Google+ deverão se tornar públicos. Segundo a companhia, tal decisão foi tomada com o objetivo de ajudar pessoas a encontrar e se conectar com os usuários da rede social.
Segundo o comunicado publicado pela empresa, o nome completo é a única informação obrigatória que deve ser exibida pelos perfis. Todos os demais dados continuarão podendo ser escondidos pelos usuários, que terão a liberdade de determinar aqueles que podem visualizá-los.
Quem possui um perfil particular terá que realizar a mudança até dia 31 de julho, data a partir da qual a Google passará a deletar automaticamente todas as contas que possuem tal característica. A decisão da empresa não deve afetar as demais funções da rede social, que continuará dispondo de filtros para impedir que pessoas não autorizadas tenham acesso aos dados publicados pelos usuários.
Segundo estatísticas computadas pelo site SocialStatistics.com, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, possui o perfil mais seguido na rede social Google+. Com mais de 44 mil seguidores e 69 amigos, ele supera em popularidade os CEOs da Google Larry Page (30 mil seguidores) e Sergey Brin, cujas atualizações são acompanhadas por pouco mais de 23 mil pessoas.
O perfil de Zuckerberg também se destaca por ser o único entre os quatro mais seguidos que possui algum amigo conectado. Entre as pessoas que fazem parte de seus círculos estão funcionários e acionistas do Facebook, incluindo nomes como Bret Taylor e Dustin Moskovitz. Para aqueles que duvidam da veracidade do perfil, o próprio criador da rede social mais popular do mundo confirmou que a conta realmente pertence a ele.
A quantidade impressionante de seguidores obtida pro Zuckerberg é explicada pelo sistema de círculos do Google+, que permite que outras pessoas acompanhem atualizações públicas de perfis que não as seguem. Algo bastante semelhante ao sistema empregado pelo Twitter, porém com um grau maior de proteção para as informações compartilhadas.
Estranhamento e elogios
O criador do Facebook estranhou a surpresa que muitas pessoas tiveram em relação à sua presença no site concorrente. Segundo ele, isso devia ser interpretado como uma situação normal, e não como uma forma de espionar o que a Google está fazendo.
(Fonte da imagem: Google+)
Outro nome famoso presente no Google+ é Tom Anderson, criador do MySpace, site que um dia foi líder entre as redes sociais. Em seu perfil, ele publicou textos em que elogia a novidade da Google, chegando a afirmar que o novo produto tem o mais avançado conjunto de produtos, agrupando em um mesmo lugar blogs, músicas, classificados, fotos e eventos.
Faz uma semana que o Google+ está no ar e desde então vem ganhando novos fãs. A cada dia, os usuários descobrem novas funcionalidades existentes na nova rede social da Google, que chegou para tentar tirar a coroa do Facebook (que hoje conta com cerca de 600 milhões de usuários cadastrados).
Mas quanto você acha que a Google gastou para montar o sistema? Logicamente não foi pouco. Os rumores mais confiáveis até agora apontam para valores que ultrapassam os 500 milhões de dólares. Vamos ver quais são os investimentos da Google para a criação do serviço Google+:
US$ 125 milhões em salários e contratos com funcionários;
US$ 123 milhões no serviço On2;
US$ 158 milhões no serviço Widevine;
US$ 179 milhões no serviço Slide;
Total: 585 milhões de dólares em investimentos.
Ironicamente, 585 milhões é também o número que o Facebook divulgou alguns meses atrás para dizer o número de usuários cadastrados. Agora resta saber se o investimento da Google será suficiente para desbancar o Facebook no mercado das redes sociais.
O Google deu início hoje a sua mais nova rede social para competir com o Facebook, o Google+ Project. O serviço, acessível apenas para convidados na fase inicial que podem convidar outras pessoas a participar, permite que as pessoas compartilhem e discutam atualizações de status, de modo similar ao Facebook. Em mensagem no blog oficial, a empresa afirma que continuará aprimorando o Orkut.
Google+ Project está em fase de testes e aberto apenas para convidados
Segundo o jornal The New York Times, o Google+ Project pretende se diferenciar da rede social de Mark Zuckerberg por ter sido desenvolvido para compartilhar informações com pequenos grupos, como colegas de trabalho ou do curso de inglês, em vez de disponibilizar as informações para qualquer internauta.
O recurso de criação de grupos, no entanto, já funciona no Facebook desde outubro de 2010. Com ela, já é possível adicionar certos usuários de sua rede de contatos a um grupo e compartilhar informações exclusivamente com eles. É possível definir, inclusive, níveis de privacidade diferentes para as informações disponibilizadas por cada grupo e organizar conversas em grupo por meio do chat.
Demora em lançar serviço pode atrapalhar desempenho
Em maio, os sites do Google registraram mais de 1 bilhão de visitantes únicos em todo o mundo, se tornando a primeira empresa de internet a ultrapassar a marca, de acordo com a comScore. No campo das redes sociais, no entanto, a empresa não tem conseguido o sucesso esperado: o Orkut, a rede social mais popular no Brasil, já foi ultrapassado em todos os outros países. O Buzz, ferramenta de compartilhamento integrada ao Gmail, foi outra tentativa mal sucedida.
Segundo o Google, a chegada do Google+ não interfere nos planos do Google para o Orkut, que continuará recebendo aprimoramentos. Além disso, a empresa pretende estender os recursos do Google+ para os usuários do Orkut, conforme lançá-los.
O Facebook, que aparece em terceiro lugar no ranking com 714 milhões de visitantes únicos. Apesar disso, os usuários passam mais tempo conectados à rede social do que aos serviços do Google: foram 250 bilhões de minutos conectados ao Facebook em maio, contra 200 bilhões de minutos gastos em sites do Google.
Segundo o Google, a nova iniciativa nas redes sociais poderá, inclusive, melhorar outros serviços do Google, como as buscas e os mapas, que poderão ser personalizadas com base no perfil de cada usuário. Em entrevista ao jornal, Vic Gutondra, vice-presidente sênior de engenharia do Google, afirmou que o Google+ reflete o aprendizado da empresa com as iniciativas passadas em redes sociais.
Como a nova rede social funciona
Os primeiros convidados do Google+ poderão criar seus primeiros grupos com base nos contatos do Gmail. Com o recurso arraste-e-solte, o usuário poderá adicionar o contato em diversos círculos, que receberão nomes personalizados, como "Trabalho" ou "Faculdade". Confira no vídeo abaixo como funciona o recurso Circles (em inglês):
Segundo o site Mashable, é fácil navegar na nova rede social e os usuários entendem onde estão os recursos após poucos minutos de uso. A área principal da rede social, chamada de Google+Stream, é parecida com o Feed de notícias do Facebook. A área Google+ Circles permite colocar os amigos em grupos específicos de relacionamento.
A rede social também ganhou um recurso chamado Google+ Hangouts, que permite organizar videoconferências em grupo. O serviço troca a imagem da pessoa, de acordo com o Mashable, com base na conversa entre os usuários. Assim, ao trocar de interlocutor, o sistema automaticamente troca a imagem mostrada para o usuário.
O botão Google+1 está integrado à rede social por meio do recurso Google+ Sparks. Há também um recurso de compartilhamento de fotos, que ganhou ferramentas parecidas com serviços com Instagram, que permitem tornar as fotos mais artísticas ou personalizadas por meio de filtros.
No lançamento da versão de testes, o Google+ já ganhou uma versão para smartphones que tem apenas dois recursos: o Google+ Huddle, uma ferramenta de envio de mensagens para os grupos, e uma ferramenta para upload de fotos. Essa ferramenta, segundo o Mashable, faz uploads das fotos tiradas pelo usuário instantâneamente, já que roda em segundo plano no aparelho - recurso que pode trazer problemas para o Google em relação à privacidade dos usuários.
Não é novidade que a presença do Brasil no Twitter é forte. Mas agora há números que deixam isso mais claro: um em cada 5 brasileiros que têm internet em casa usa o Twitter pelo menos uma vez por mês. Só a Indonésia tem uma proporção maior. Nos EUA, que lideram em número absoluto de usuários, só uma pessoa em cada 10 é tuiteira (o cálculo é da comScore, uma consultoria). Isso significa 5,6 milhões de usuários frequentes no país. Nota: na realidade são mais. Só 28 milhões de brasileiros têm internet em casa. Mais de 40 milhões usam só nas lan houses – e não entraram na conta.
O MOTIVO:
A revista Time fez uma reportagem sobre o tamanho do Twitter no Brasil. E tentou explicar o fenômeno. Disse que “os brasileiros querem mostrar que o país é importante”. Depois, que o Twitter “era uma forma de os pobres terem acesso aos seus ídolos”. Para a SUPER a razão é mais simples: há 4 anos, quando quase ninguém no mundo sabia o que era uma rede social, o Brasil já estava no Orkut. O resto é consequência.